18.12.07

Apólice

Nem sei se devias saber
Que ando por aí dizendo
O teu nome, sem querer.

Até te chamo
Sem ter nem pra quê

E te vejo onde ninguém mais vê
E te espero sem ter combinado nada
E nas horas mais inapropriadas
Começo a rir, descontroladamente

Aparentemente, sem motivo
Ou pelo gosto de se sentir vivo
Coisa que eu tinha esquecido
Ou nem lembrava de ter sentido.

Tantas noites, desolado
Foi em vão, e eu sem saber
Que o que era meu estava guardado.


Esse passou às
1:25 PM

 


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